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Brisa que se sente e não vê
Corrente suave que nos afaga
Qual livro quando se lê
Mesmo sabendo que é uma saga
Ar provindo de sul ou norte
Portador de novas desconhecidas
Algumas desejando-nos sorte
Outras vão deixar-nos feridas
Ansiamos pelo teu toque no verão
Debaixo de um sol escaldante
Nossos sentidos acalmar-se-ão
Como uma vaga suavizante
Teu odor é desconhecido
Tua presença sempre sentida
Mas se estiveres adormecido
Minha alma está sem vida
Quando te encontras em acalmia
És como mulher ardente
Mas se sopras ventania
Levas tudo e todos à frente
Estando bonançoso és afável
Fazes sonhar mesmo de dia
Em mar alteroso és intratável
Crias tsunamis em cada dia
Teu criador fez-te insensível
Usa-te como lhe aprouver
Aceita que sejas incompreensível
Como capricho de mulher
Eu quero recordar-te para sempre
Como brisa fustigando as aves
Como o som de água corrente
Em tom musical só de graves
Brisa que se sente e não vê
Corrente suave que nos afaga
Qual livro quando se lê
Mesmo sabendo que é uma saga
Ar provindo de sul ou norte
Portador de novas desconhecidas
Algumas desejando-nos sorte
Outras vão deixar-nos feridas
Ansiamos pelo teu toque no verão
Debaixo de um sol escaldante
Nossos sentidos acalmar-se-ão
Como uma vaga suavizante
Teu odor é desconhecido
Tua presença sempre sentida
Mas se estiveres adormecido
Minha alma está sem vida
Quando te encontras em acalmia
És como mulher ardente
Mas se sopras ventania
Levas tudo e todos à frente
Estando bonançoso és afável
Fazes sonhar mesmo de dia
Em mar alteroso és intratável
Crias tsunamis em cada dia
Teu criador fez-te insensível
Usa-te como lhe aprouver
Aceita que sejas incompreensível
Como capricho de mulher
Eu quero recordar-te para sempre
Como brisa fustigando as aves
Como o som de água corrente
Em tom musical só de graves